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  • Janeiro 11, 2019
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    Como já citado no primeiro post da viagemBrasília é uma capital cheia de cafés e locais culturais para visitar; o meu café favorito foi definitivamente a Confeitaria Francesa. Eu ando nessa vibe de me atrair pelo que remete a cultura dos países de língua francesa depois de começar o curso. O lugar fica localizado na Asa Sul e é bem perto de onde eu estava hospedada.

    Inaugurada em 1976 pela Francesa Mimi Nicol e hoje comandada por uma família brasilienses, a Confeitaria Francesa é inspirada na pâtisserie francesa, mas com sabor e criatividade Brasileira. Nossa missão é deixar o seu momento mais especial. E tudo é feito artesanalmente com muito amor e carinho!

    O local agrada fácil já começando pela arquitetura e pelo design. Seguindo uma inspiração francesa, as cores são o rosa e o preto; elas casam muito bem entre si e deixam o ambiente super agradável e com um ar de sofisticado. A área para tomar o café de fato é externa; dentro do café você pode escolher os doces ou salgados.

    Jogo de pratos e louças

    Jogo de pratos e louças

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    Para quem é apaixonado por doces como eu, o local possui uma infinidade de opções muito gostosas. Eu provei o Red Velvet (R$14,00) e tomei uma xícara de latte (R$8,00). As porções são bem generosas. O bolo estava delicioso e sem ser exageradamente doce (o que para mim é um dos fatores principais). No menu dá para conferir todas as opções, variando de doces como mil folhas de creme, tartelete de morango, éclair de chocolate, naked de limão

    Foto 22-12-2018 17 54 23

    Também há espaço para os salgados; sejam os clássicos franceses, como o croissant, até sanduíches especiais, como croque de monsieur. Não dá para esquecer dos waffles, que ganham toques com o blue berry, creme de avelã e geleia. O café também oferece especiais de café da manhã e clássicos franceses: quiches, crepe, saladas, ovos e omeletes.

    Opções de bolos e biscoitos artesanais

    Opções de bolos e biscoitos artesanais

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    O lugar foi um dos que eu mais curti durante a viagem, e quem estava comigo também amou. O serviço é bom, a localização é fácil e central, além do conjunto doces gostosos + decoração lindíssima. É imperdível para quem é de Brasília, ou quem vai visitar a cidade.


    Dezembro 21, 2018
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    Apesar de ter família na cidade, eu ainda não conhecia Brasília, capital do país e um dos maiores centros culturais do Brasil. Aliás, esse está sendo o ponto forte da cidade para mim: museus, exposições, cafés; tem muita coisa legal para ver e conhecer no universo brasiliense. O clima é seco – o calor é bem menos escaldante do que no Sul -, e eu queria conhecer a cidade faz alguns anos! A próxima parada depois daqui é Goiás.

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    O meu primeiro dia na cidade (17/12) foi programado com passeios tradicionais, aqueles que não podem faltar; eu visitei o STF, a Praça dos Três Poderes, o Museu Nacional (de longe o meu favorito), e a Catedral Metropolitana, enfim, quase tudo na Esplanada dos Ministérios. Lembrando que todos esses passeios que eu fiz foram de graça.

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    Você pode fazer uma visita guiada ao Supremo Tribunal Federal. Claro que para muitas pessoas isso pode não ser tão interessante, mas explico: eu terminei há um mês o primeiro ano de Administração Pública. Eu já gostava de política, mas o meu curso na faculdade acabou sendo uma verdadeira imersão nesse mundo. Para agendar sua visita, é só se inscrever no site. Ela dura em torno de 30 minutos; para quem curte História do Brasil, é uma boa pedida.

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    Inaugurada em 1970, a Catedral de Brasília foi mais um dos projetos de Oscar Niemeyer em Brasília. Uma das características mais interessantes da cidade é, sem dúvidas, as obras do arquiteto, que deixam a capital com um toque moderno e cultural muito forte. Elas poderiam ter sido feitas nos dias atuais e trazem um simbolismo marcante em cada parte (o que você descobre em alguns passeios, que são guiados). Construída em concreto e vidro, dois anjos enormes são o centro da Catedral, que é acompanhada por diversos detalhes artísticos.

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    Um dos destaques da Catedral é a réplica milimetricamente igual em tamanho de Pietà, de Michelangelo. Ela demorou três anos para ser feita. Lembrando que a original encontra-se na Basílica de São Pedro no Vaticano.

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    Mudando de foco, eu não poderia deixar de visitar a UNB – Universidade Federal de Brasília. É sempre legal conhecer outras universidades – principalmente após a minha entrada no movimento estudantil -, e também é surpreendente ver como a infraestrutura é tão distinta das faculdades de Santa Catarina.. A minha característica favorita das federais e estaduais são as expressões de arte; os desenhos nas paredes, os cartazes, eles falam por si só quais são os pensamentos dos estudantes e o que eles querem representar.

    Novembro 27, 2018
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    Para todos os cidadãos do mundo,

    eu quero que vocês saibam que eu entendo.

    Eu entendo esse sentimento de acolhimento que vocês sentem quando o vento bagunça os cabelos e o primeiro pensamento é “eu estou, finalmente, em casa.”

    E eu entendo que por um milésimo de segundo, esse pensamento é real, mas assim como o tempo, nada dura. A sensação de ter encontrado o seu lugar no mundo é viciante a ponto de, diferente de outros tipos de dependência, você desejar que não seja infinita, porque a procura é quase tão instigante quanto o encontro.

    Eu sei que as células do nosso corpo se renovam milhares de vezes durante a vida e isso significa que a pele que um dia morou nos lugares que vocês pisaram já não existe mais. Mesmo que voltássemos para cada pedaço de cidade que já desbravamos, nada seria igual, porque nós já morremos e renascemos muitas vezes em todos esses anos.

    Mas podem ter certeza: o mundo nos ensina diariamente sobre a selvageria que é dançar no meio da tempestade. Não importa o tamanho do oceano e nem a maneira que ele intimida o resto do planeta – de qualquer forma, ele continua sozinho, perdido dentro da sua própria intensidade.

    Os seus sonhos são mais profundos do que o universo, e é por isso que nós nos perdemos nas curvas das cidades durante a noite, observando os bares cheios e os ônibus apressados correndo pelas avenidas. Se você algum dia já se perguntou onde diabos estava o mapa, saiba: você é o mapa e a sua missão é se encontrar.

    Nós somos aquelas pessoas que já atravessaram o céu inteiro e puderam enxergar de longe as veias que interligavam uma cidade a outra. Como almas livres que somos, sentimos o desejo de aproximar a visão e nadar com as estrelas que brilham nas entranhas das cidades.

    No ato de liberdade mais corajoso, vimos que, assim como todos os lugares do mundo, existem veias dentro de nós que pulsam tão intensamente quanto.

    Para todos os cidadãos do mundo,

    quero que vocês saibam: eu nunca vou descansar a minha alma. Para sempre serei o ser mais inquieto do planeta que possui mistérios que lugar nenhum será capaz de desvendar, mas que jamais vai perder o interesse pela tentativa.

    Cada centímetro de mim tem um pouco de vocês, porque nós somos os mesmos, apesar de não sermos.

    Para todos os cidadãos do mundo,

    quando vocês estiverem beijando os lábios de uma cidade e pensando em outra, que não esqueçam: o passado é o motivo da nossa nostalgia. No exato agora, somos as almas que se abrem para as veias que ainda não foram descobertas. Jamais seremos inteiros novamente, pois deixamos pedaço de nós em todos os cantos que já passamos. Esse é o preço que se paga por amar tão intensamente todos os lugares do mundo.

    Agosto 4, 2018
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    Continuando o roteiro de Nova Iorque, hoje vou falar um pouco sobre dois bairros grandes que eu conheci: ChinatownSoho. Na minha primeira viagem para NYC – que rolou no inverno, em Fevereiro de 2017 -, eu fiz o roteiro baseado nos pontos turísticos. Dessa vez, todos os dias foram planejados por bairros. Ou seja, eu saía do hotel de manhã, pegava o metrô e partia para o bairro que estava na lista naquele dia.

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    O Chinatown fica localizado em Manhattan, no Lower East Side, e é um bairro que nasceu no século 19. Habitado desde o início por imigrantes, os orientais que chegavam em Nova York escolhiam esta área – de inicio também escolhida pelos italianos, a conhecida Little Italy -, para viver. O local é bem famoso e já apareceu em diversas séries e filmes. Sendo a mais recente delas “Punho de Ferro” da Netflix. Durante os anos 70 e 80 o Chinatown cresceu ainda mais, ocupando diversas ruas. Hoje, até mesmo a Little Italy é tomada pelo comércio.

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    Esse é um dos bairros mais lotados, é super turístico e a muvuca nele é enorme. Ou seja, se você não curte muita agitação, te indico visitar outros bairros mais tranquilos, como o Chelsea e o Soho (que eu fui depois). As calçadas são bem pequenas, então todo mundo anda no meio da rua mesmo. Sendo sincera, em vários posts de viagens que eu vi sobre o Chinatown, o pessoal deixava de lado a “realidade” do bairro: ele é mais focado no comércio e é praticamente a 25 de Março dos EUA. Como o meu foco não era comprar, eu passei rápido por lá: tomei um sorvete na Little Italy e conheci as ruas principais, apinhadas de gente.

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    Nos comércios tem muita comida, vegetais, algumas iguarias e também peixe (aliás, algumas ruas são tomadas pelo cheiro de peixe, rs!).

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    Mas por trás de um pouco de confusão e bastante sujeira nas ruas (confesso) o Chinatown também tem espaço para arte, prédios antigos e bem bonitos, parecidos com aqueles que nós já vimos várias vezes em filmes. Logo ao lado está a Little Italy, com vários restaurantes italianos e lugares para comer gelato. Os dois lugares se confundem pois são um ao lado do outro.

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    Depois de passar um tempo no bairro eu voltei para o metrô e parti para o próximo: Soho, que eu sempre quis visitar. Queridinho pelas celebridades e cheia de lojas de moda, restaurantes, cafés e algumas casas de show, ele é charmosíssimo e corresponde às expectativas e aos elogios. Minha dica é andar a pé por lá, tranquilamente – principalmente no final de tarde, em que as ruas tinham poucas pessoas -, e admirar as ruas.

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    Após sair da estação de metrô, estamos no Tribeca. O Soho fica a alguns minutos dali; o The Roxy Hotel estava na nossa cara. Ele é bem sofisticado, e eu só admirei a entrada. O preço para se hospedar lá é super salgado (até porquê, a localização é super privilegiada).

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    Apreciar as ruas desse bairro maravilhoso é uma das coisas mais legais que se pode fazer lá. Se você quer dar uma olhada nas lojas, existe uma lista extensa (muitas grifes estão localizadas no Soho, e até mesmo algumas marcas mais diferentes, como a Acne Studios). O meu objetivo era passear mesmo, então eu mal entrei em lojas – principalmente porque nesses bairros elas são carésimas -.

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    Os prédios são praticamente uma obra de arte, assim como os cafés que ficam nas ruas, e reúnem bastante gente no verão. O sol  só dava tchau às 20h30 da noite, ou seja, o dia rendia muito. O Soho é o local em que você vai encontrar muita gente estilosa, bem arrumada e que parece que acabou de sair daquele blog de moda.

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    Andando uns 25 minutos a pé, eu enxerguei o Empire State de longe e me lembrei do World Trade Center, memorial do 11 de Setembro que eu visitei no inverno de 2017. Naquele dia eu me lembro que fazia um frio enorme, e o clima do lugar era diferente dos outros da cidade (mais triste mesmo). Na época, muitas obras estavam sendo feitas: um shopping enorme foi inaugurado e uma estação de metrô própria do local estava em construção.

    Um ano e alguns meses depois, eu visitei o mesmo lugar e me deparei com um cenário bem diferente: podia ser o clima de verão e de sol, mas ele estava cheio de gente, com música tocando ao fundo e artes e grafites maravilhosos nos muros próximos do memorial. Tudo é pensado de maneira a respeitar o memorial e fazer uma homenagem bonita em respeito às vítimas e suas respectivas famílias. Diversos quiosques ficam espalhados pelo local, em que o dinheiro arrecado das vendas vai para estas famílias.

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    Eu sou eternamente apaixonada por arte de rua, então imaginem a minha emoção, né?

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    Esta arte foi, de longe, a minha favorita de todas.

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    O Soho é um bairro que te inspira e foi, sem dúvidas, provavelmente o meu favorito da viagem. Se eu pudesse escolher um lugar dos sonhos para morar, seria lá (e olha que a disputa fica acirrada com o Chelsea e o Dumbo, que fica no Brooklyn. Mas isso nós veremos em outro post!).

    Julho 28, 2018
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    Nas últimas duas semanas eu andei sumida do blog, mas foram por bons motivos: viajei para Nova York e preparei um roteiro legal contando todos os detalhes e os lugares interessantes que eu fui, e que valem a pena caso você também esteja planejando a sua viagem.

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    Coney Island fica localizado a 50 minutos de distância de Manhattan (de metrô), e faz parte do distrito do Brooklyn. Eu conheci o lugar por indicação de um amigo, que visitou no inverno e ficou apaixonado. A vibe de Coney Island é bem diferente daquela da ilha de Manhattan: pouca correria, praia, um clima enorme de verão e descanso. Enquanto na cidade todo mundo está com pressa, aqui as pessoas vem em família e com os amigos para se transportar para uma energia diferente mesmo!

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    Eu estava hospedada próximo da Times Square e peguei o metrô Coney Island – Stillwell Av, que te deixa próximo do Luna Park, o parque de diversões que abre no verão em Coney Island.

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    O local todo possui uma estrutura grande e é bem diferente das nossas praias brasileiras. Além dos restaurantes e várias lojas legais (de doces, de sorvete!), o píer da praia é enorme e você pode andar tranquilamente, enquanto bate algumas fotos incríveis e também tem acesso aos brinquedos típicos que a gente vê nos filmes norte-americanos que se passam na praia.

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    As atrações são pagas, e os preços variam; para acessar a praia, o píer e o Luna Park você não gasta nada. Eu não cheguei a ir nas montanhas-russas, mas a Thunderbold custava 10 dólares. É um preço mais salgado; dá para aproveitar muito mesmo sem ir nos brinquedos, mas eu acho que é válido pela experiência.

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    O parque de diversões é o grande postal de Coney Island. Ele existe desde a década de 60 e em Novembro de 2009 começaram os projetos para que ele fosse restaurado; após 100 dias de obras, elas foram finalizadas em 2010 e o parque abriu novamente em 2011. Mais de 450 mil visitantes conhecem o parque todos os anos; ele sobreviveu também ao furação Sandy, sendo reaberto novamente em 2013.

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    São diversas atrações, contando com mais de quatro montanhas-russas, jogos e restaurantes. É super legal para ir com a família ou até mesmo se você gosta de mais tranquilidade; eu adoro o agito da cidade, mas Coney Island é imperdível. Além das paisagens maravilhosas, é um daqueles lugares não tão turísticos. Eu fui de manhã cedo, e o píer estava vazio ainda.

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    O restaurante mais famoso da cidade é o Nathan’s, que foi criado pelo imigrante polônes Nathan Handwerker, que chegou aos Estados unidos em 1916. Foi neste ano que ele abriu o local, especializado em cachorro quente. Sim, ele existe há mais de 100 anos e o local original continua sendo em Coney Island, apesar de outras franquias terem sido abertas. Rola anualmente um concurso de cachorro quente promovido pelo Nathan’s no 4 de Julho, um evento clássico.

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    É imperdível que você dê uma passada lá, e coma o cachorro quente (há diversas versões, e os norte-americanos costumam comer ele sem tanto molho que nem a gente aqui no Brasil), e a batata frita, que eu juro, possui um gosto único. O preço é bem OK e passa longe de ser caro; eu pedi o world famous beef hot dog e a crinkle out french fries. Se não me engano, gastei em torno de 23 dólares (minha mãe e eu).

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    E ainda deu tempo de tomar um sorvete maravilhoso no Lunatics Ice Cream, pertinho do píer. O preço era bom (duas bolas no pote por $4), e os sabores eram muito gostosos. Foi difícil decidir, mas os meus foram rainbow pistachio.

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    Coney Island é charmoso, tranquilo, cheio de comidas gostosas e um dos lugares favoritos de Lana Del Rey (que inclusive o citou na música Off the Races).

    Onde fica? Sudoeste do Brooklyn

    Como ir? Pegue o metrô N, D ou F, intitulado de “Coney Island Stillwell Avenue”, onde você vai parar no último ponto, que fica perto do Luna Park.

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